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Na região onde hoje se encontra o Capim Dourado Shopping e onde quase foi criado o Parque das Borboletas Azuis, há muita coisa enterrada e que muitas pessoas não querem que você saiba.

Há aproximadamente 20 anos, aquele lugar era um local de desova de corpos, muita gente com muita raiva, muita gente com muita vingança e muita gente com muito ego teve sua vida ceifada ali e esse tipo de situação torna as coisas um pouco mais complicadas do que parece.

Se você nunca ouviu nada sobre os bastidores do Shopping, não se preocupe, pois os lojistas não querem que você saiba, nem a administração. Infelizmente para quem queria guardar segredos, no Big Supermercados do Shopping é possível ter contatos diretos com essas pessoas.

Os relatos são muitos de barulhos durante à noite, alguns funcionários das lojas não querem extrapolar um minuto sequer a mais no Shopping, porque quando este fica vazio e o único som que deveria se ouvir é dos próprios passos, tudo acontece.

São risadas e gritos de socorro, que ecoam de dentro das lojas, dos banheiros e dos corredores. Os mais sensíveis, dizem conseguir ver pessoas com furos de balas na cabeça, outros com o corpo todo cheio de furos, andando por ali.

Como isso ocorria principalmente à noite, poucas informações ou provas são possíveis de serem colhidas.

Mas após a construção do estacionamento subterrâneo algo mudou, as situações começaram a ocorrer com ainda mais frequência e o que antes ficava restrito ao shopping fechado, começou a ser sentido em diversos pontos da construção.

Se fixar o olhar na cerca, após às 18h, onde deveria ter sido construído o Parque das Borboletas Azuis é possível ver pessoas caminhando, mas não tente se aproximar, pois você não conseguirá vê-las e então terá certeza de que nunca estiveram ali.

Em qualquer momento do dia, se você estiver andando no Big, principalmente no setor das facas, terá uma sensação de que algo pode estar passando perto de você e as facas tremerão. Não é diferente no setor de frutas, que hora ou outra, acabam rolando para o chão, mesmo que ninguém esteja perto.

Talvez não fosse a melhor opção abrir as feridas, como fizeram ao cavar embaixo do shopping e abrir caminho para os mortos.


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Patrocinado – Escrito Por:

Gustavo Chaves Ferreira

Gustavo Chaves é advogado, apaixonado por tecnologia e escritor nas horas vagas. O texto acima foi desenvolvido em Parceria com o Profano – Marca de Produtos, como camisetas, bonés e outros. Saiba mais sobre o Profano, clique abaixo:


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